05.06
2017
exportacao

Exportação de açúcar cresce 50% em maio para 2,440 mi de t, diz MDIC

Exportação de açúcar cresce 50% em maio para 2,440 mi de t, diz MDIC

O Brasil exportou em maio 2,440 milhões de toneladas de açúcar bruto e refinado, 50,4% mais que as 1,622 milhão de toneladas embarcadas em abril e 21,3% acima das 2,012 milhões de toneladas registradas em igual mês de 2016. Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulgados nesta quinta-feira, 1º de junho, mostram que do total embarcado no mês passado 1,988 milhão de toneladas foram de açúcar demerara e 452 mil toneladas de refinado. Os dados consideram os 22 dias úteis de maio.

A receita obtida com a exportação total de açúcar em maio último foi de US$ 1,036 bilhão, 43,2% maior que a registrada em abril (US$ 723,7 milhões), e 54,45% superior à de maio de 2016, de US$ 670,9 milhões.

No acumulado de 2017, o volume exportado atinge 9,693 milhões de toneladas (-1,5%), com receita de US$ 4,239 bilhões (+40,5%).

fonte: udop

19.04
2017
etanol1

Com produção menor, preço do etanol fica fortalecido neste ano

Se a safra de cana-de-açúcar que se encerrou foi de preços médios do etanol hidratado mais elevados para os consumidores, a que entra não deverá ser diferente.

Na avaliação da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a produção de etanol hidratado —o que vai diretamente ao tanque do carro, sem mistura com gasolina)— deverá recuar 10% na safra que se iniciou neste mês.

A produção total de etanol, após o recorde de 2015/16, apresenta a segunda queda seguida. Nas contas da Conab, a safra renderá 26,5 bilhões de litros, 4,9% menos do que na anterior.

Já a produção de álcool anidro, o que vai misturado à gasolina, deverá aumentar para 11,4 bilhões de litros, 2,4% mais. Esse aumento ocorre porque o consumo de gasolina, com preços mais vantajosos para os consumidores, deverá crescer.

Moagem

A Conab estima uma redução da moagem de cana-de-açúcar para 648 milhões de toneladas nesta safra, 1,5% menos do que na anterior. A queda se deve a uma diminuição da área cultivada para 8,84 milhões de hectares.

Esse recuo ocorre devido a empresas em recuperação judicial, à baixa competitividade do etanol, ao clima adverso na safra anterior e à devolução de terras arrendadas.

São Paulo, o líder em área de cana, terá um recuo de 4,5% no plantio, que é de 4,6 milhões de hectares.

A produtividade média do setor cresce para 73,3 toneladas de cana por hectare no Brasil. Essa evolução se deve à recuperação de áreas de produção e à estimativa de um clima melhor.

O setor volta ter os olhos fixados mais no açúcar do que no etanol. Mesmo com a redução de área, a produção de açúcar se manterá em 38,7 milhões de toneladas no país.

Investimentos maiores em projetos ligados à melhoria da produtividade e maximização na produção levam os produtores para o açúcar, segundo os técnicos da Conab.

São Paulo

A região Sudeste deverá moer 422 milhões de toneladas, 3,2% menos do que na safra anterior. Em São Paulo, líder nacional, a moagem recua para 352 milhões de toneladas, 18 milhões a menos do que em 2016/17.

Essa queda na moagem se deve a área e produtividade menores. São Paulo colherá 77,3 toneladas por hectare, ante 77,5 na anterior.

*Texto publicado na coluna ´Vaivém das Commodities´

29.03
2017
hrcoc

Açúcar: preços fecham mistos no mercado internacional

Na sessão realizada ontem (28) na bolsa de Nova York, os preços do açúcar fecharam mistos, com queda nos três primeiros vencimentos e alta nos demais. Na tela maio/17, a commodity caiu 14 pontos, fechando em 17.56 centavos de dólar por libra-peso. No vencimento julho/17, a retração foi de oito pontos com negócios firmados em 17.60 centavos de dólar por libra-peso. Outubro/17 registrou queda de dois pontos. As outras telas fecharam valorizadas entre quatro e 13 pontos.

O dia na bolsa londrina não foi diferente. No lote maio/17, o preço do açúcar caiu 2,60 dólares, sendo a tonelada comercializada a US$ 495,30. Já no vencimento agosto/17, houve desvalorização de 2,10 dólares, com negócios firmados em US$ 490,60 a tonelada. As demais cotações encerraram a sessão valorizadas entre 20 cents de dólar e 1,70 dólar.

Mercado doméstico

Em São Paulo, os preços do açúcar completaram a quarta queda consecutiva ontem (28). Segundo os índices medidos pelo Cepea/Esalq, da USP, a saca de 50 quilos do tipo cristal registrou queda de 1,52%, vendida a R$ 74,39.

Etanol

Os índices da Esalq/BVMF apontaram mais uma baixa nos preços do etanol hidratado na semana. Ontem (28), o biocombustível encerrou o dia em R$ 1.569,00 o valor do metro cúbico, retração de 0,66%.

Fonte: UDOP

24.03
2017
Heap of Sugar on vintage wooden background

Importações chinesas de açúcar valorizam cotações na bolsa de Nova York e Londres

Depois de sofrer quatro quedas consecutivas, os preços do açúcar na bolsa de Nova York subiram ontem (23). O aumento de importações chinesas da commodity em fevereiro deu impulso às cotações do produto, segundo analistas do jornal Valor Econômico. Por este fator, todos os vencimentos da bolsa norte americana fecharam em alta. A tela maio/17 subiu 30 pontos, com contratos negociados a 17.60 centavos de dólar por libra-peso.

No vencimento julho/17 e agosto/17, a alta também foi de 30 pontos, sendo o açúcar negociado a 17.59 e 17.72 centavos de dólar por libra-peso, respectivamente. As demais telas subiram entre 17 e 28 pontos.

De acordo com a nota divulgada no jornal, a China, que é o maior importador de açúcar no mundo, comprou em fevereiro cerca de 182,534 mil toneladas, volume 70% superior ao registrado em igual período do ano passado. “Com isso, o montante das importações chinesas no acumulado nos dois primeiros meses de 2017 já soma 592,534 mil toneladas, 49,7% acima do registrado no mesmo período de 2016”, revelou ainda a publicação.

Em Londres, a sessão também foi de valorização dos preços. No lote maio/17, a commodity foi comercializada a US$ 498,80 a tonelada, alta de 10,50 dólares em comparação ao dia anterior. No vencimento agosto/17, a valorização foi de 8,70 dólares, com negócios firmados em US$ 492,00 a tonelada.

Mercado interno

No mercado doméstico, os preços do açúcar voltaram a cair na tarde desta quinta-feira (23). A saca de 50 quilos do tipo cristal fechou em R$ 76,91, baixa de 0,01% em relação a véspera.

Etanol

O etanol também está em queda no mercado diário. Segundo a Esalq/BVMF, o biocombustível fechou o dia de ontem cotado a R$ 1.586,00 o metro cúbico, queda de 1% em comparação a quarta-feira (22).

 
Camila Lemos
Fonte: Agência UDOP de Notícias

15.03
2017
etanol

Importação de etanol bate recorde em fevereiro

As importações de etanol do Brasil bateram recorde no mês de fevereiro. No total foram adquiridas 259.097 m³, segundo dados do governo brasileiro, contra 215.595 m³ em janeiro de 2017, e 40.675 m³ em fevereiro do ano passado.
No entanto, de acordo com informações da Datagro Consultoria, no último mês, as aquisições do biocombustível chegaram a 205.734 m³, valor que representa aumento de 28,34% na comparação com janeiro/17.
Para explicar a diferença nos números, a consultoria explica que os dados divulgados por ela representam a data real do desembarque do etanol nos portos, e não a data da realização do despacho/registro da importação junto às autoridades aduaneiras.
Para março, a Datagro estima que as importações de etanol continuem aquecidas, com a descarga de 204.786 m³ do produto já programada para este mês.
No acumulado do ano, de janeiro a março (já contabilizando o volume para este mês), as importações de etanol somaram 570.829 m³, alta de 315,14% sobre o mesmo período do ano passado.
fonte:canaoeste
10.03
2017
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EUA elevam projeção para importações de açúcar do México em 2016/17

O governo dos Estados Unidos elevou nesta quinta-feira sua projeção para as importações de açúcar do México após notícias nesta semana de que o país vizinho cancelou autorizações de exportação, possivelmente prejudicando as remessas com embarques próximos.

O México deverá embarcar 1,054 milhão de toneladas de açúcar na safra 2016/17 que vai até o final de setembro, disse o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) em uma projeção mensal, elevando sua previsão ante estimativa anterior de cerca de 881 milhões de toneladas.

Essa projeção de oferta e demanda é usada para estabelecer a cota de exportação do México aos Estados Unidos, sob um acordo comercial de 2014 que se tornou motivo de tensão entre os dois países e tem estado sujeito a meses de renegociação e incertezas.

Mais cedo nesta semana, a Reuters apurou que o México cancelou as autorizações de exportação devido à incerteza prolongada quanto aos termos do acordo comercial entre os dois países. As novas autorizações deverão ser emitidas em abril, mas fontes da indústria disseram que isso poderia impactar remessas com saída marcada até o fim de março.

A medida ocorre em um momento de estoques apertados de cana-de-açúcar para refinarias dos EUA, que disseram que as usinas do México estão driblando-as para conseguir vender açúcar refinado no mercado dos EUA. A indústria norte-americana pediu ao governo para cancelar o acordo comercial, a menos que ele possa ser renegociado.

O mercado dos EUA é protegido por uma complexa rede de suporte de preço e cotas de importação. O México é o principal fornecedor estrangeiro do país, contribuindo com cerca de um terço das importações dos EUA.

 

font: udop

02.03
2017
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Efeito Índia continua pressionando preços do açúcar

Os preços do açúcar subiram mais uma vez na bolsa de Nova York, nesta quarta-feira de cinzas (1º). No vencimento maio/17, o preço da commodity foi cotado a 19,48 centavos de dólar por libra-peso, alta de 25 pontos quando comparado à última sessão. As demais telas oscilaram positivamente entre 28 e 32 pontos.

De acordo com a análise do jornal Valor Econômico, o açúcar ampliou os ganhos no contrato em virtude de especulações em relação à Índia, maior consumidor mundial. “Estima-se um déficit de 4 milhões de toneladas na oferta interna do país, o que pode levá-lo a importar a commodity”.

No Brasil, segundo a agência marítima Williams Brazil, um dos navios encostados no porto de Santos tem como destino o porto de Kandla, na Índia, e deve ser carregado com 60,061 mil toneladas de açúcar, informou também o jornal.

A bolsa londrina também fechou em alta. O lote maio/17 teve negócios firmados em US$ 539,40 a tonelada, alta de 6,80 dólares. No vencimento agosto/17, o açúcar subiu 7,10 dólares. As demais cotações fecharam com valorização entre 5,70 e 6,90 dólares.

Mercado interno

No mercado doméstico, o açúcar do tipo cristal voltou a cair após o feriado de Carnaval. Segundo índices do Cepea/Esalq, a saca de 50 quilos foi vendida a R$ 80,76, queda de 0,71% no comparativo com a cotação de sexta-feira (24).

Etanol

O etanol hidratado também não se recuperou após o feriado, de acordo com os dados da Esalq/BVMF. O biocombustível foi comercializado ontem (1º) a R$ 1.644,00, uma desvalorização de 0,84% em relação à última sexta-feira de fevereiro.
Fonte: Agência UDOP de Notícia

11.12
2016
assistencia

Assistência a Campo

A AGRISERV apresenta soluções para prestação de serviços para a safra e entre safra. Atuamos a campo, com assistência 24h e manutenção preventiva em colhedoras de cana, transbordos e implementos agrícolas em geral.

Nossa equipe de assistência a campo é formada por mecânicos hidráulicos, técnicos em elétrica automotiva, caldeireiros, soldadores e mecânicos automotivos. Nossos colaboradores atuam no mercado a mais de uma década com grande conhecimento profissional.

Contamos também com toda uma estrutura para atender da melhor forma possível o cliente com carros de apoio, Caminhão oficina, Caminhão Munck, e todo ferramental necessário para assistência a campo.

11.12
2016
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Uso de cobertura será obrigatório para caminhões canavieiros, a partir de setembro

Agriserv, empresa sertanezina que patenteou os produtos e comercializa para todo o país, já sente aumento na procura pelos kits.

Os motoristas de caminhões canavieiros devem ficar atentos, pois a partir do próximo dia 1º de setembro, o uso de lona no transporte da cana passa a ser obrigatório, conforme a Resolução nº 499, de 28 de agosto de 2014, emitida pelo CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito).

O “kit cobertura”, como é conhecido o pacote de acessórios para atendimento à Resolução, tem por objetivo proteger as cargas e evitar o derramamento de resíduos em vias públicas, diminuindo também, a possibilidade de ocorrência de acidentes por esse motivo. “Na realidade, outra Resolução do CONTRAN, de nº 441/2013, já exigia que veículos de transporte de qualquer tipo de carga sólida a granel utilizassem a cobertura, e, em alguns casos, as telas de proteção laterais; entretanto, no caso dos reboques canavieiros, esse prazo foi prorrogado até setembro deste ano”, explica Carlos Augusto, diretor da empresa Agriserv Soluções Agrícolas, localizada em Sertãozinho/SP, fabricante de “kits cobertura”.

Na região, inúmeros proprietários de caminhões canavieiros terão de se adequar à nova exigência do CONTRAN, para evitar a multa, que é considerada grave: R$ 127,69, além de 5 pontos na carteira de habilitação do condutor infrator.

No mercado, os proprietários de caminhões canavieiros encontram três tipos de “kit cobertura”: com acionamento hidráulico, pneumático e manual. Em todos os casos, os mecanismos conferem proteção e segurança no processo, além de agilidade e redução da mão de obra e do tempo, já que podem ser operados por apenas uma pessoa.

Tanto o desenvolvimento dos “kits cobertura”, quanto das telas de proteção lateral, leva em conta a necessidade do cliente, respeitando o modelo do veículo e outras especificações.

A empresa sertanezina, que patenteou os produtos e os comercializa para todo o país, já sente um aumento na procura pelos kits. “Em todo o Brasil, há, aproximadamente, 46 mil carretas canavieiras. Já estamos percebendo um aumento na procura pelos kits, mas sabemos que, a busca maior pelos equipamentos deve ocorrer perto do término do prazo e nas primeiras semanas em que a Resolução entrar em vigor. Vale lembrar que, trata-se de um investimento importante, que evita prejuízos financeiros e o comprometimento da CNH dos motoristas”, conclui Carlos Augusto.

Mais informações sobre as resoluções podem ser obtidas no site: www.denatran.gov.br, na seção Resoluções do CONTRAN.
Fonte: Assessoria de Imprensa |Agriserv Soluções Agrícolas